Budapeste sob meu olhar!!

Minha chegada foi um pouco demorada… sorte que o aeroporto é pequeno e de fácil locomoção. Na imigração, a ‘policial’ revirou meu passaporte algumas vezes e conversou algumas coisas em húngaro com sua colega. Carimbou, deu boas vindas e pronto.
Peguei a mochila, saí e encontrei uma fila enorme para comprar o ticket do bus que me deixou na estação central para pegar o trem e ir para o hostel (ticket compra em um terminal eletrônico automático com cartão de crédito ou dinheiro local e ainda acabei não usando, acredita? Usei na saída do país – no retorno para o aeroporto). Passou uns 3 ônibus e não consegui entrar pela quantidade de gente que já estava aguardando na minha frente. E 2h30 depois consegui chegar.

Percebi que Budapeste não é uma cidade preparada para atender o turista, o que é diferente de receber. Difícil encontrar uma placa, principalmente as dos pontos turísticos, escrita em inglês. Estações de trem e terminais de ônibus, sempre em húngaro. Aí usa-se muito o bom senso e pesquisas anteriores para saber o que é o que, e a direção de tudo, para onde está indo. Geralmente os mais jovens falam inglês. Encontrei várias pessoas ‘carrancudas’ pelas ruas, que não sorriem a toda. Parece inclusive, que não conversam entre si. São fechadas, mas no geral, educadas… homens deixam mulheres passar, agradecem, cumprimentam formalmente com ‘bom dia’ e boa noite’.
Raríssimo atravessarem a rua com sinal fechado para pedestre, mesmo que não esteja vindo nenhum carro. Ninguém faz isso. Todos esperam abrir, mesmo que dê tempo de sobra para passar. Os carros param para você atravessar, quando está na faixa para pedestres.

Aproveitam muito a gastronomia, para venda. Todos os lugares que passei, tem muita comida doce e salgada, das mais variadas. Pela cidade, tem muita cafeteria e doceria – confeitaria.

Lógico que a cidade é deslumbrante de noite. Há muita diferença da cidade quando as luzes se acendem, não sendo a toa que é conhecida como: Budapest little Paris of Europe!

Existem muitos meios de transporte disponíveis: ônibus, metro, trem… todos com várias linhas, carro, bicicleta, barco, patinete, segway, carrinhos elétricos e de golf, quadriciclos, também disponíveis para locação.

Mercado é fácil fazer compra, e alguns aceitam euro (realizam câmbio). Fazer sua própria refeição é uma ótima opção para quem fica em hostel e para economizar. Muitos produtos você acaba comprando por intuição, porque não são tão fáceis para ler, mas sempre acaba dando certo.

Fiquei com mapa em mãos o tempo todo como referência, mas é muito fácil se virar e andar por Budapeste. Na maioria dos dias fiz tudo caminhando. E nos outros, peguei trem para me levar a um ponto específico mais longe. Cada esquina é uma descoberta, e vale muito a pena ser curioso nessas horas e explorar o que a cidade tem de melhor.

Os valores são ótimos. 1 euro equivale a 305 HUF (moeda local = florim). E consegue comer muito bem e tudo muito mais barato que no Brasil. As frutas têm preços mais elevados, mas nada muito diferente do que estamos acostumados a pagar em nosso país. Roupas e bebidas também, saem bem mais em conta.

Acredito que 4 dias seja suficiente para conhecer bem a cidade. E caso fique hospedado em Budapeste mais dias, opte por conhecer o interior, pois é possível fazer ‘bate e volta’ para muitas cidadezinhas lindas e bem próximas.

Opção tem e é um destino que vale muito a pena… é só saber utilizar bem seu tempo e aproveitar ao máximo!

Estou saindo daqui rumo à Itália… mais novidades, conto de lá!!
Bye! Búcsú!


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